sábado, 2 de abril de 2011

MELANCIA


Melancia – Maryan Keyes
Escolhas... Já percebeu que é algo natural? Todos, em todos os momentos, precisamos escolher. O que cada um é, já foi, ou será um dia, depende unicamente das escolhas feitas.  Dance, pule, lute, apaixone-se, volte a ser criança... Enfim, viva intensamente! Você pode ser uma pessoa triste, mas depende unicamente de você, ser a pessoa mais feliz do mundo!
Em “Melancia”, Claire viveu algo parecido. Depois de alguns anos de relacionamento com James, ficou grávida (o nome Melancia, se referia a essa barriga). Ótima notícia, certo? Não. Exatamente não. No inicio, foi lindo. Mas, durante o parto, James confessa a Claire que mantinha um caso com sua vizinha – nada bonita – já há seis meses. Chocada, Claire decide voltar pra casa dos pais junto com sua filha que até o momento ainda não tinha nome – ah, tinha me esquecido desse detalhe... Claire fugiu da casa dos pais com um emprego bom para trabalhar de garçonete em Londres –  Abandonada de sim mesma, começa a viver esquecida. E passa dias, muitos dias assim. Porém, Claire se dá conta de que seu comportamento não estava bem pra ela, pra sua filha – que já se chamara Kate – e para mais ninguém, então ela escolhe mudar, dar a volta por cima.
O final do livro é apaixonante e clichê. Uma mistura de romance, lágrimas,  coração partido e reconstruído, ex marido arrependido e surge um homem moreno, alto, lindo e boa pinta. Assim como na trama escrita por Marian Keys, muitas pessoas passam por um momento parecido na vida. O importante é encarar o momento com humor e responsabilidade, e escolher de forma que, seja melhor para o seu futuro.
Termino essa resenha com um trecho do livro: "Quando a felicidade faz uma aparição como convidada especial na vida da pessoa, é importante aproveitá-la ao máximo. Pode não ficar por perto muito tempo e, quando for embora, não será terrível pensar que todo o período no qual se poderia ser feliz foi desperdiçado com preocupações sobre quando isso aconteceria?"
Aluna: Ravany

SURPRESAS DA VIDA


N° de páginas: 70
Editora: Saraiva
Na hora de escolher os livros que vou ler, sempre procuro pelo título, imagem da capa e principalmente a sinopse contida na capa de trás do livro que fala o assunto do livro, pois o que eu mais valorizo em um livro é o assunto.  Todas as pessoas tem um gosto e eu tenho o meu, então eu escolho bem os assuntos que me interessam. Quando alguém me fala sobre um livro procuro saber mais sobre ele, e se me interessar pego emprestado para ler.
Quando escolhi “Surpresas da vida” de Jair Vitória, primeiramente olhei o título e a sinopse que me interessaram muito , e antes de ler a sinopse pensei que seria a história de uma família que teria muitas surpresas na vida que contaria histórias  dessa família,isto de acordo com o título e a imagem na capa. Mas ao ler o livro, fui surpreendido, porque contava a história de um menino de dez anos, Heliel, que tinha perdido o pai e teria que tocar a fazenda sozinho para sustentar a família – sua mãe e suas irmãs.
Sua mãe sempre arranjava um namorado diferente. Heliel o odiava o seu terceiro namorado – um homem chamado Lupiano – não gostava do olhar de Lupiano que parecia ter os “olhos de lobo da neve que ele viu no cinema” quando seu pai era vivo.
Esse livro conta histórias muito emocionantes e Heliel é o protagonista. Tenta se livrar de Lupiano, seu padrasto, e retrata histórias relacionadas à sua roça, aos seus cavalos e muitos outros assuntos. Também relata o ciúme que Heliel tinha por sua mãe. Os dois primeiros namorados dela tinham roubado coisas da família dele, então ele tinha medo do Lupiano fazer a mesma coisa. É muito interessante essa história de um menino que realmente virou um homem.
Eu gostei do livro e o indico para quem quiser ler: uma história emocionante de um menino de apenas 10 anos de idade. Pode-se até dizer que é uma história de superação em relação a perda do pai ,e todos os desafios que teve que enfrentar por ser o “homem da família”.
Aluno: Arthur

MINHAS MEMÓRIAS DE LOBATO


Minhas Memórias de Lobato – Luciana Sandroni
Minha relação com o livro “Minhas memórias de Lobato” começou de uma forma interessante. Quando resolvi escolher o livro que iria ler este mês, pedi indicações. Mesmo assim, ao escolher esse livro, perguntei as pessoas que já o tinham lido, uma opinião.
O que mais me despertou interesse foi que encontrei várias pessoas que tinham lido esse livro. Nesse momento, percebi que seria uma boa lê-lo também.
Realmente o livro é bom, além de ser contada por duas das criações de Monteiro Lobato: Emília – a boneca de pano – e Visconde, o sabugo de milho, (desde que foram criados são lembrados até hoje). Eles relatam vários fatos que aconteceram na vida de Monteiro Lobato que são fatos importantes.
Eis um dos pontos que achei interessante: descobrir que Lobato foi um dos primeiros brasileiros a dizer que existia petróleo no Brasil.
Deste livro tirei parte de conhecimento sobre a literatura “Infanto-juvenil” brasileira que não conhecia. 
                                                                                                          Aluna: Luiza

VIOLÊNCIA EM SANTA ROSA


Capa: Sérgio Palmiro
Editora: Klaxon LTDA 
O livro de José Arrabal Fernandes conta uma história de pai e filho, Reinaldo e Marcos que vão para um cidade em busca de trabalho e riqueza, é um lugar mais conhecido como “Cantão do Inferno”. Eles trabalhavam como garimpeiros e eram tratados como escravos. Ninguém saia vivo de lá, tinham que garimpar o dia todo debaixo do sol quente.
Levavam uma vida difícil, até que eles encontraram um homem mais velho chamado Clemente e tornaram-se muito amigos dele. Os três planejaram fugir levando pepitas de ouro, era dia de festa, aproveitaram a distração de todos, conseguiram fugir. Foram para uma cidade chamada Santa Rosa, fizeram fortuna. Estabeleceram-se rápido por lá.
Clemente se casou com a viúva Luiza dona do hotel, Marcos ficou noivo. Entretanto Marcos não estava satisfeito e voltou para o Cantão do Inferno para fazer mais fortuna. Quando chegou lá o Cantão tinha acabado e também a escravidão naquele lugar.
Depois de três anos, ele voltou para Santa Rosa, mas o pai dele havia falecido e ele estava sendo acusado de um crime que não havia cometido – matar um rapaz que por fim era apaixonado pela sua noiva Lucy – e o rapaz fora morto pela própria mãe por engano; ela era doida de pedra. Depois de toda uma confusão, ele foi solto para se casar com sua noiva.
O livro tem 6 capítulos e 104 páginas; é um livro bem interessante, prende muito o leitor pois a história é fascinante; fala muito sobre humildade dos garimpeiros, amor, força de vontade, a bondade. No final do livro há muita violência como o exemplo da própria mãe de Jonas matá-lo e ainda culpa o pobre Marcos só por causa do dinheiro dele.
Acho que o livro é muito agressivo, mas pensando por um lado é isso que marca o livro. No momento que comecei a ler, não dei nada por ele, porém ele me fascinou, é muito empolgante. Recomendo a todos por ser uma história incrível.
Aluna: Paula

PLUFT, O FANTASMINHA


Pluft, o fantasminha - Maria Clara Machado
Geralmente não leio livros, mas o que mais me chama a atenção em um livro é a capa dele e sobre o que ele vai falar. Nesse livro, "Pluft, o fantasminha", o que me chamou a atenção não foi a capa do livro, foi que essa história poderia ser interpretada num teatro e eu gosto muito de ver pessoas atuando em peças teatrais. De acordo com o que você vai lendo, você vai imaginando como deveria ser pessoas apresentando a história.
Pensei que essa história seria só de fantasmas, porém há pessoas também.
A história começa quando três marinheiros, meios bêbados que se chamavam Sebastião, Julião e João, querem salvar Maribel e pegar o tesouro do Capitão Bonança – avô de Maribel – antes que O Perna de Pau pegasse,  um pirata muito era mal que tinha sequestrado  Maribel .
Pluft, sua mãe e seu tio Gerúndio moravam numa casa abandonada, já seu pai tinha falecido.
Pluft tinha medo de gente, e sua mãe não parava de fazer pastéis de vento e ligar para sua prima Bolha. Até que um certo dia Maribel foi levada para essa casa, porque o tesouro  do Capitão Bonança estava ali. O Perna de Pau deixou a menina presa ali para no outro dia de manhã voltar e finalmente achar o grande tesouro.
Pluft perde seu medo de gente, pois conhece Maribel e a acha engraçada.
No outro dia chega o Perna de Pau vai procurar o tesouro. Quando ele menos pensa, os fantasmas aparecem e começam a assustá-lo. Logo mais chega os três marinherios em busca de Maribel e quando veem o maldoso Perna de Pau começam a dar uma surra nele.
No final, o Perna de Pau vai para o fundo do mar junto com os fantasmas do mar e Maribel é salva pelos marinheiros. E todos descobrem, enfim qual era o tesouro que o pirata tanto queria.
Achei essa história muito interessante e divertida, aconselho a todos  lerem.
Aluno: João Pedro



O RAPTO DE HELENA


Título: O Rapto de Helena
Autor do livro: Luiz Galdino
Editora: FDT S.A.
N° de páginas: 85

 História é uma disciplina que me fascina. Estudar civilizações antigas, a sociedade e o contexto da época sempre me proporcionam prazer. Por isso a proposta de ler O Rapto de Helena, um livro de mitologia grega, me agradou muito.
Já havia ouvido falar sobre a guerra entre troianos e espartanos devido ao rapto da bela Helena. Contudo, os fatos antecedentes, o desfecho da guerra e a dimensão que esta tomou surpreenderam-me.
A história tem início com o drama de Hécuba e Príamo ao descobrirem por meio de um profeta, que se Páris –  o filho herdeiro – não for morto destruirá a cidade. Aflita Hécuba procura alguma solução e decide levar a criança para o alto de um monte e a abandona para morrer.
O destino não poderia ser mais irônico... Páris cresce, conhece seus pais verdadeiros, governa Tróia, e por fim apaixona-se por Helena, esposa de Menelau. Era um amor verdadeiro, sincero e inocente... Mas isso não impediria a temida tragédia da profecia se cumprir.
A obra é “cheia de surpresas”, a cada página descobre-se algo novo, instigando-nos a ler cada vez mais. Realmente o livro nos aproxima dos mitos gregos, mostrando-nos também o interessante modo que viam o mundo.
Aluna: Jéssica Ferrari

sexta-feira, 1 de abril de 2011

A VINGANÇA DE ELECTRA


A Vingança de Electra - Luiz Galdino
A princípio esse livro não me agradou muito, achei que fosse por eu não gostar de história, porém quando fui lendo-o, achei várias partes interessantes e outras até meio confusas (muitas pessoas numa mesma cena).
Logo no começo falava sobre o rei Enômao, sinceramente achei que fosse mais um livro chato, além disso, Electra não tinha nem sinais de que ia aparecer tão cedo na trama...
Histórias a parte, tinha uma coisa de que eu gostava (além do título), queria saber onde todo aquele contexto e histórias sobre maldições iriam chegar e por que do título ser A Vingança de Electra.
O autor escreveu tudo de uma forma que parecia tão certa, parecia que ele viveu todos aqueles momentos, viu cada detalhe, foi a partir daí que a história me interessou. Ele passou rapidamente sobre o rapto de Helena, chegando então a guerra de Troia.
Menelau e Agamenon, irmãos, entraram na guerra, essa guerra onde muitas pessoas foram sacrificadas. Clitemnestra, mulher de Agamenon, não aguentava de saudades do marido, porém só pensava por que ele teve que sacrificar a vida de sua filha Ifigênia, essa dor era tão forte que enquanto o marido lutava na guerra, ela o traiu com Egisto. Eles não viam a hora do marido chegar e desde já começaram a fazer planos para matá-lo. Quando a guerra acabou, alguns dias depois, Agamenon voltou como um heroi, porém não deu tempo de avisá-lo do que sua mulher planejava, então tudo ocorreu como planejado, quer dizer, quase tudo, Electra, filha do casal presenciou tudo e jurou vingança aos assassinos do seu querido pai. 
Os anos se passaram e Clitemnestra arranjou um casamento para Electra com um camponês, assim eles não podiam herdar o trono. Electra por sua vez, aceitou tudo, mas estava focada na vingança.
Um dia, Electra recebeu uma notícia, seu irmão havia morrido, ela ficou muito triste e desesperada, pois agora não sabia como dar continuidade a sua vingança sem ele. Tudo muda com a chegada de um emissário que trazia a notícia da morte de seu irmão.
Realmente este livro é envolvente, no final estava doida para saber como tudo terminava. Não teve o final que eu esperei, porém esse também me agradou, mesmo eu não concordando com as maldições, traições e vinganças nele impostas. Recomendo para ler por um simples motivo: é um ótimo passatempo e uma história muito complexa.
Aluna - Gabriela

TERRA DOS MENINOS PELADOS


Para este projeto de literatura deveríamos escolher um livro de literatura juvenil, eu optei por “Terra dos Meninos Pelados”, me chamou atenção, pois certa vez retrataram esse livro em forma de seriado em um canal de TV, vi o livro e quis conhecer um pouco mais afundo a história. Ele foi escrito por Graciliano Ramos, em 1937, nascido no nordeste brasileiro, autor bem conhecido por sua obra “Vidas Secas”.
O livro fala sobre Raimundo, um menino especial. Diferente dos outros, pois não tinha cabelo e seus olhos eram um preto e outro azul. Os vizinhos mexiam muito com ele, deram-lhe um apelido: Raimundo Pelado! Mas o menino teve uma reação estranha e passou a assinar nas paredes: Dr. Raimundo Pelado. A garotada adorava implicar com ele. O menino não tinha com quem falar, então falava sozinho.
Ele veio de um lugar chamado Tutipurun, onde as pessoas não têm cabelo e possuem olhos de cor azul e preta. Um dia eles perturbaram tanto Raimundo que ele entrou em casa, atravessou o quintal, um morro e voltou para Tutipurun, lugar em que  todos eram iguais a ele. Raimundo logo conheceu vários meninos nesse lugar, um anão que adorava chorar, tinha um menino sardento que pintava as pessoas para que elas ficassem iguais. No final ele acaba voltando para onde vivia e entendendo a diferença entre as pessoas.
Sentirei falta de Raimundo, e desse livro que adorei ler, pois fala de certa forma do preconceito e que precisamos começar a aceitar mais as pessoas da forma como elas são.
Aluna - Samantha

O DESTINO DE PERSEU


O Destino de Perseu – Luiz Galdino
“A profecia do Oráculo dos Delfos: Acrísio, rei de Argos, não terá um filho para suceder-lhe no trono. Dânae, filha de Acrísio, será mãe de um menino que matará o avô.” Sinceramente, quando li esta frase no verso do livro O Destino de Perseu, tirei conclusões precipitadas achando que o livro apresentaria uma linguagem e história confusas, mas agora posso dizer que está mais para complexa.
 Eu sempre fui apaixonada pelos pensamentos gregos, a imagem que esta civilização fascinante tinha dos seus deuses é intrigante, assim como o respeito que eles tinham pelo oráculo. Admito também que este livro não é perfeito. A história, acredito eu,  por ser uma versão adaptada para neoleitores, apresenta algumas falhas, principalmente no final, onde coisas acontecem muito repentinamente, como se antes desses fatos serem narrados, folhas tivessem sido arrancadas do livro.
Mas, de qualquer modo, o mito grego em si é muito instigante. O início acontece em Argos, um reino onde vive a mais bela princesa, Dânae. E é justamente assim que os problemas começam, pois Acrísio, o rei de Argos e pai de Dânae, não se conforma por não ter tido um filho para herdar o trono. Assim, ele decide ir até o Oráculo dos Delfos para saber qual será o seu futuro, e lá a profecia é pregada, Acrísio não terá nenhum filho e será morto pelo próprio neto. A partir desse ponto do livro inicia-se uma série de crueldades do rei contra sua filha com o propósito de evitar que ela tenha um filho, e são justamente os atos cruéis do rei que fazem com que tudo que ele está tentando evitar, aconteça. E isso foi algo que chamou minha atenção, pois, por exemplo, se Acrísio não tivesse trancado a filha em um lugar isolado, para que ela nunca tivesse um filho com ninguém, Zeus não teria ficado com pena da solidão da moça e por isso, não faria com que ela concebesse um filho metade humano e metade deus, Perseu. E se o rei não tivesse colocado Dânae e Perseu em um baú e jogado-os no mar, ao descobrir a existência de seu neto, ele não teria sido criado por uma família de pescadores e sim teria se afeiçoado ao avô, algo que não aconteceu, porque Acrísio tentou evitar sua própria morte tentando matar a filha e o neto.
Esse é apenas o início da história de Perseu, pois em sua juventude o semi-deus toma frente do livro ao embarcar em uma viagem para conseguir a cabeça de Medusa por causa de um torneio. Esta viagem é regada de aventura, criaturas mitológicas gregas (algumas das quais eu nunca tinha ouvido falar) e até um pouco de romance, mas durante todo o livro uma pergunta paira na cabeça do leitor: Irá Perseu cumprir sua sina? Matar o próprio avô?
Ao terminar de ler esse livro, minha sensação foi de fascinação pelos gregos e sua cultura. Sente-se apenas uma vontade de ler mais sobre as aventuras de Perseu, pois ele parece o tipo de pessoa que não encara apenas uma grande aventura na vida, mas várias. Ao final de tudo, descobri que a mitologia grega é mais interessante e bem estruturada do que eu pensava, assim me deixando uma vontade louca de conhecer mais mitos gregos e aprender com eles.
 Aluna - Julia

Escolha de março - 2ª série/Ensino Médio


2ª série – Ensino Médio

Aluna – Veridiana Magalhães 
Obra – Fugalaça
Autor – Mayra Dias Gomes
“Vi a autora em um programa de televisão; ela falava sobre esse livro; uma capa bastante instigante. E a história por ser real, me chamou muito a atenção por ter me identificado com a autora.”
Aluno – Luiz Filiphe 
Obra – O Pequeno Prínicpe 
Autor – Antoine de Sant-Exupéry
“Uma vez eu peguei esse livro, tive a oportunidade de ler e não li, então agora que tive novamente peguei para ler.”

Aluna – Thalita Mouro 
Obra – Ela disse, Ele disse 
Autora – Thalita Rebouça 
“ O livro é minha cara, é mais jovem e mesmo assim é muito bom; ele anos instiga a ler. Você começa e não quer parar mais. Fica curiosa para saber a continuação de história.”

Aluna – Jéssica Tristão 
Obra – Destino em aberto 
Autora – Marisa Lajolo
“Não tinha outro livro para eu ler que eu gostava então peguei esse que estava na minha frente.”

Aluno – Arthur Zorzal Moreira 
Obra – Surpresas da Vida 
Autor – Jair Vitória 
“Li o que estava na contra-capa, achei a história interessante.”

Aluna – Dâmaris Mageski 
Obra – Eragon 
Autor – Christopher Paolini 
“Desde pequena sempre gostei de ficção, magia, seres de outro mundo e essas coisas. E Eragon é a história de um garoto e um dragão. Achei muito a minha cara, sendo que já havia assistido ao filme.”

Aluna – Ravany Lerbarch 
Obra – Melancia 
Autora – Marian Keyes 
“O título e os comentários do livro me chamaram a atenção, porém mesmo com o livro em casa nunca tinha lido, como combinava com o tema do mês decidi lê-lo.”

Aluna – Juliana Petronetto 
Obra – A maldição de Édipo 
Autor – Luiz Galdino 
“Eu tinha pouco tempo para ler, então a professora me indicou esse, por ser interessante e pequeno.”

Aluna – Isis Ferandes de O. Pagotto
Obra – Baleias não dizem adeus 
Autor – Alan Oliveira
“Primeiramente, escolhi esse livro porque tinha poucos páginas e parecia ser bem infantil.”

“Que tal um Desafio Literário em 2011?”


Ano novo, turmas novas, novos desafios para mim 
e para os alunos.
O primeiro deles: “Que tal um Desafio Literário em 2011?”
É uma versão do desafio proposto ano passado com algumas mudanças.
Uma delas é a lista dos livros que serão lidos.
Este ano será:  
 
Março – livro de literatura juvenil
Abril – Um livro de contos ou que nos remeta aos contos de fadas
Maio – um romance brasileiro
Junho – Um romance de banca
Julho – Clássico da literatura universal
Agosto – Um livro bíblico
Setembro – Histórias em quadrinhos
Outubro – Um livro adaptado para cinema
Novembro – um livro indicado e presenteado
O livro de março – de literatura juvenil – já foi escolhido e lido. E os alunos fizeram as seguintes colocações em relação às suas escolhas:      
1ª série – Ensino Médio
Aluna – Gabriela S. Berger
Obra – A vingança de Electra
Autor – Luiz Galdino
“A professora de Português trouxe alguns livros sobre mitologia grega, apesar de não gosta de História, esse livro me chamou a atenção pelo título.”
Aluna – Júlia B. Silveira
Obra – O Destino de Perseu
Autor – Luiz Galdino
“Como a mitologia sempre me chamou a atenção pela complexidade das histórias, eu quis conhecer um pouco mais sobre os mitos gregos.”
Aluna – Luiza S. de A. Nunes
Obra – Minhas Memórias de Lobato
Autora – Luciana Sandroni
“Por ser um livro que muitas pessoas já leram e gostaram, penso que também posso gostar.”
Aluna – Jéssica Ferrari Araújo
Obra – O Rapto de Helena
Autor – Luiz Galdino
“História sempre me fascinou. Então a proposta de ler um livro de mitologia grega me agradou muito.”     
Aluna – Paula L. de Oliveira
Obra – Violência em Santa Rosa
Autor – José Arrabal Fernandes
“O livro parece ser bem interessante, pois retrata a violênica; é uma história verídica sobre garimpeiros.”
Aluno – João Pedro C. S. Freislebem
Obra – Pluft, o fantasminha
Autor – Maria Clara Machado
“Por ser uma história quer também serve para teatro, eu gosto de teatro.” Aluna – Samantha C. T. Schneider
Obra – Terra dos meninos pelados
Autor – Graciliano Ramos
“Achei o livro bem interessante pelo fato de já ter virado um seriado na TV e me despertou curiosidade em conhecer mais a fundo a história.”
Aluno – João Victor de S. S. Deps
Obra – O santinho
Autor – Luis Fernando Veríssimo
“A professora me indicou esse livro, porque ele também traz uma história interessante.”
Aluno – Sávio Br. de Lima
Obra – Uma nota de cem
Autor – Adonias Filho
“A professora me mostrou, eu gostei e achei interessante.”
 

quinta-feira, 31 de março de 2011

Desafio Lançado!!


O que é um desafio? Essa foi uma das primeiras perguntas que minha professora fez durante a aula de redação. Lembro-me o quão difícil foi responder a essa pergunta. Sim, parece simples, mas cada pessoa tem seu limite próprio, tem seus medos e dificuldades. Para mim, por exemplo, tenho pavor de gatos e de altura... Estou tentando superar!
Sentir-se desafiado pode ser bom, pois você quer sentir-se capaz de fazer aquilo e sentir-se bem por ter conseguido, mas também pode ser ruim, fracassar ninguém gosta. Tentar, essa é palavra que devemos sempre acreditar. Tente sair de sua rotina, mudanças sempre são boas, por exemplo, se você não tem vontade ou tem preguiça para ler, comece com coisas que você goste, livros pequenos, quadrinhos, jornal, revistas, etc. Se você tem medo de ser você mesmo, de saber que seu potencial vai muito além do que aparenta ser, não desista, apenas tente e vai ver que pode ir longe. Medo de lugares escuros, monstros que não saem de sua cabeça, tudo isso é normal, conversar com alguém ajuda, digo por experiência própria. Enfim, num mundo de infinitas coisas, um desafio é apenas um desafio.
Escrever um texto nunca foi tão fácil para mim quanto resolver aquelas fascinantes equações, mas não tenho do que reclamar, escrever tornou-se um excelente passatempo. Tenho tentando escrever meu livro. Estou indo até bem, já foram alguns capítulos, no momento estou dando uma pausa para reorganizar os pensamentos, enquanto isso perco meu tempo com meus poemas, dos quais são quase sempre sobre o mesmo assunto: amor, amizade. Já mostrei alguns para minhas amigas, gosto de ter opiniões para mudar o que está virando clichê. O último que escrevi foi inspirado em minha professora, ela disse para usarmos palavras diferentes, novas a fim de aumentarmos o vocabulário, então resolvi arriscar, afinal não perderia nada com isso. Valeu a pena, quer dizer, ficou bem diferente dos outros que escrevi. Está aprovado, bom, foi o que a Jéssica disse, só um pouco confuso, mas poetas tem seus momentos tortos, certo?!
Não querendo fugir do que queria escrever, contudo tenho que confessar que estou descobrindo um novo modo de pensar, talvez um pouco mais crítico, porém também bem mais amplo o que facilita as coisas na hora de escrever. Tenho uma mania, gosto de escrever ouvindo música, pode parecer que isso atrapalha, mas me sinto mais inspirada.
Para muitos, desafio pode ser algo difícil, mas ser corajoso o bastante para encarar e conseguir concluir a meta. Este ano professora nova, propostas novas. Ela nos fez um desafio, ler pelo menos um livro por mês sobre o determinado assunto. Achei bem interessante a proposta e por que não tentar? Só espero não decepcioná-la, nem decepcionar a mim mesma. Ler nunca foi uma das minhas paixões. Agora no início estou super empolgada, e espero que até o final eu continue assim, e sei que apesar de minhas controvérsias, sentirei saudades no fim do ano. 
Gabriela S. Berger